Agosto 2016 - MoznoAr

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terça-feira, 30 de agosto de 2016

Hernâni & Slim Nigga - Maquinag (feat. Blaze) [Download Mp3 - 2016] Pontas de Lança

10:14 0
Hernâni & Slim Nigga - Maquinag (feat. Blaze)

Artista: Hernâni & Slim Nigga
Titulo:  Maquinag (feat. Blaze)
Album: Pontas de Lança
Formato: Mp3
Género: Rep
Ano: 2016
http://i.picasion.com/pic82/6ae91e457a8159772d54c019d99f3155.gif
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Hernâni & Slim Nigga - Reis (feat. Duas Caras & Suky) [Download Mp3 - 2016] Pontas de Lança

10:10 0
Hernâni & Slim Nigga - Reis (feat. Duas Caras & Suky)


Artista: Hernâni & Slim Nigga
Titulo:  Reis (feat. Duas Caras & Suky)
Album: Pontas de Lança
Formato: Mp3
Género: Rep
Ano: 2016
http://i.picasion.com/pic82/6ae91e457a8159772d54c019d99f3155.gif

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Hernâni & Slim Nigga - Banco de Espera (feat. Dama do Bling & Exodus) [Download Mp3 - 2016] Pontas de Lança

10:04 0
Hernâni & Slim Nigga - Banco de Espera (feat. Dama do Bling & Exodus)


Artista: Hernâni & Slim Nigga
Titulo:  Banco de Espera (feat. Dama do Bling & Exodus)
Album: Pontas de Lança
Formato: Mp3
Género: Rep
Ano: 2016
http://i.picasion.com/pic82/6ae91e457a8159772d54c019d99f3155.gif
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Desconhecidos vandalizam campas e retiram ossos em Xai-Xai

09:23 0
Quatro campas foram vandalizadas aparentemente para retirada ossada humana, no cemitério de Chinungwine, posto administrativo da praia de Xai-Xai, em Gaza.

O facto foi dado a conhecer ontem pelo porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Gaza, Abdul Malique, durante briefing semanal à comunicação social.

Malique citado pelo Diário de Moçambique assegurou que a corporação “está a trabalhar” para o esclarecimento do caso e as possíveis motivações.

O porta-voz revelou que “na quarta campa não retiraram ossada por se tratar de um corpo ainda na fase de decomposição. Desconhece-se as reais motivações. Mas tudo indica ter sido na calada da noite”, explicou Malique.

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40 moçambicanos deportados depois de cumprir penas na África do Sul

09:20 0
Quarenta cidadãos moçambicanos foram recentemente deportados para Moçambique depois de cumprirem as respectivas penas de prisão em estabelecimentos penitenciários da África do Sul.
Segundo dados divulgados pelo Serviço Nacional de Migração (SENAMI), os repatriados fazem parte de um grupo de 100 deportados semana passada pelas autoridades sul-africanas, através do Posto de Travessia de Ressano Garcia, indiciados de infracções diversas, com destaque para a permanência ilegal.

Cira Fernandes, porta-voz da Migração, explicou a nossa fonte que, uma vez que os 40 moçambicanos cometeram crimes e cumpriram as respectivas penas na África do Sul, internamente não haverá nenhuma acção contra os mesmos.

Contudo, disse que serão tomadas providências para que os mesmos sejam recebidos nos seus locais de origem.

Entretanto, no sentido contrário, as autoridades nacionais repatriaram, durante a semana passada, 28 cidadãos estrangeiros por permanência ilegal, contra 24 nos sete dias anteriores. Do grupo, 17 são malianos, quatro guineenses, quatro brasileiros, dois nigerianos, um sul-africano.

Cira Fernandes sublinhou que no período em análise foi recusada a entrada no país de 39 cidadãos estrangeiros, dos quais 28 etíopes, cinco nigerianos, dois turcos, um paquistanês, italiano, guineenses e angolano. Na semana anterior havia sido negada a entrada de 43, o que representa uma descida na ordem de nove por cento.

As recusas registaram-se no Postos de Travessia do Aeroporto de Maputo (37), Fronteira de Ressano Garcia (1) e Posto de Travessia de Nampula (1).

Os referidos cidadãos foram reembarcados por causas relacionadas com a falta de vistos e vistos falsos (supostamente emitidos em Addis Abeba e Joanesburgo), ausência de clareza quanto aos objectivos da sua visita, falta de bilhete de regresso e local de hospedagem e falta de meios de subsistência.

A porta-voz referiu que no ano passado foi recusada a entrada de 69 cidadãos estrangeiros em Moçambique.

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Nampula: Homens armados assaltam centro de saúde e posto policial

09:11 0
Os supostos homens armados da Renamo atacaram, na madrugada de sábado, a sede do posto administrativo de Nihessíue, no distrito de Murrupula, na província de Nampula, tendo vandalizado o centro de saúde, as instalações do posto da policial, parte da residência do chefe do posto e a sede do partido Frelimo.
Chegaram por volta das cinco horas da manhã e começaram a disparar. Tivemos de transferir os doentes que foram levados com os seus familiares para o mato onde achávamos que era mais seguro” explicou Augusto Monteiro, chefe do centro de saúde.

Maulana Mesa, guarda de uma das instituições vandalizadas, revelou a nossa reportagem que se tratava de homens da Renamo e que durante as suas operações apelavam para os populares abandonarem as suas casas e se dirigirem as matas.

Eles cantavam alegres e diziam que são da Renamo. Eu acho que eles não queriam matar ninguém, queriam apenas bens”, disse Maulana.

Na casa do chefe do posto, onde ocorreram os únicos disparos, os homens armados levaram bens alimentares e algumas aves que se encontravam na sua capoeira. O administrador de Murrupula, António Saúl, disse à Rádio Moçambique que o ataque foi protagonizado por um grupo de dez homens, dos quais dois fardados e armados.

Ainda nas suas explicações Saúl disse que o chefe do posto escapou ileso, porque “saiu pela porta traseira, perseguiram-no, entrou na mata e desapareceu”.

Segundo o administrador, não houve vítimas mortais, apenas danos materiais, nomeadamente, vidros quebrados da Visão Mundial, da secretaria, da casa do chefe do posto e do próprio centro da saúde.

O posto administrativo de Nihessiue localiza-se a vinte quilómetros da vila sede do distrito de Murrupula e 100 da cidade de Nampula.

Informações locais indicam que a situação já voltou a normalidade.

Tensão Militar já resultou em 17 ataques em cinco províncias

Dados divulgados recentemente pelo Ministério da Defesa Nacional dão conta que, de oito de Julho até 17 de Agosto corrente, os homens armados da Renamo já tinham protagonizado 17 ataques em cinco províncias.

As províncias de Manica, Sofala, Zambézia, Niassa e Tete são as mais visadas pelas incursões armadas que, regra geral, afectam centros de saúde e postos policiais.

O ataque de Sábado em Murrupula é o primeiro que se reporta nos últimos meses, na província de Nampula.

Refira-se que os ataques em curso acontecem numa altura em que o cessar-fogo é o ponto de agenda em cima da mesa do diálogo político na Comissão Mista, mas que as modalidades da sua afectivação dividem o governo e a Renamo.
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