“Não esperava o vandalismo que o Governo me fez, mas já me esqueci disso, não guardo rancor”, disse Dhlakama - MoznoAr

===DISTRIBUINDO NOVIDADES NO AR===


Hot

Post Top Ad

Your Ad Spot

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

“Não esperava o vandalismo que o Governo me fez, mas já me esqueci disso, não guardo rancor”, disse Dhlakama

Durante a entrevista telefónica que o líder do maior partido da oposição na nossa pérola do “Atum”, Afonso Dhlakama,  concedeu a agência portuguesa Lusa, disse que está optimista com o desfecho das negociações para a Paz.

Segundo noticiou a Lusa, o líder da Renamo disse que as equipas de mediação que irão chegar nessa semana serão repartidas em dois grupos, um dos quais para acompanhar o processo de descentralização junto da comissão técnica indicada pelas duas partes, e o outro para seguir os restantes pontos de agenda.

“Sei que não é fácil, mas com essa paz de 60 dias, até março, se tudo correr bem, podemos assinar o acordo definitivo e motivar as pessoas”, disse Afonso Dhlakama.

O líder da “Perdiz” disse ter ficado decepcionado com o governo moçambicano após ter sofrido duas emboscadas em setembro de 2015 na província centra de Manica, e uma invasão da sua residência, na cidade da Beira, pelas Forças de Defesa e Segurança, em outubro do mesmo ano.

“Não esperava o vandalismo que o Governo me fez, mas já me esqueci disso, não guardo rancor”, disse Dhlakama.

Apesar de estar disposto a manter a PAZ no país, o número um da Renamo deixou um aviso ao governo. O mesmo frisou que não deseja repetir a experiência de assinar um acordo no decurso de uma campanha eleitoral, como sucedeu a 5 de setembro de 2014, quando celebrou o Acordo de Cessação de Hostilidades Militares com o então Presidente Armando Guebuza, já em pleno processo das eleições gerais.

“Gostaríamos que tivéssemos tempo de nos prepararmos para as autárquicas”, sentenciou.

Post Top Ad

Your Ad Spot